sábado, 30 de abril de 2011

Curso de TIC 2011 ainda com vagas!!!!

O NTE Ananin ainda está oferecendo vagas para o cursoTecnologias na Educação: Ensinando e Aprendendo com as TIC - Turma do professor: DENIS FRANK FERREIRA MACHADO.
O Curso Ensinando e Aprendendo com as TIC é um convite aos professores, gestores e educadores em geral a uma reflexão a cerca da aplicabilidade das tecnologias dentro de sala de aula e de que forma essa nova prática irá modificar e aprimorar o processo de ensino-aprendizagem de nossos alunos e professores.Cabe a cada cursita refletir a cerca do papel das novas tecnologias e como torná-lo em uma oportunidade de inclusão de crianças, jovens e adultos.

Interessados se inscreve pelo site:

Ou procurar:

NTE Anaindeua- Escola Antônio Gondin Lins Cidade nova VI- Av. SN 21 s/nº- entre WE 65 E WE 68- Bairro:Coqueiro-CEP:67.020-420. Fone:(91) 3295 8758-Email: nteananindeua@gmail.com / nte.ananindeua@seduc.pa.gov.br


terça-feira, 26 de abril de 2011

VOLTA AS AULAS 2011!

Início de Abril o Gregório recebeu com muita os antigos e novos alunos de 2011.
A equipe estava animada e o primeiro dia de aula foi de muita satisfação para funcionários e alunos que já estavam com saudades da convivência na escola. Vejam as fotos:

Professora Sheila - Manhã


Turma da professora Fabiane - Manhã
Turma da professora Ana Lúcia - Tarde


Turma da Professora Alcilene - Tarde

Turma da Professora Sanna- Manhã
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Turma da professora Claudenice - manhã

Turma da Professora Flávia - Tarde

Turma da professora Odete - Manhã


domingo, 3 de abril de 2011

O VERDADEIRO SENTIDO DA PÁSCOA

A páscoa está chegando e muitos professores e alunos acabam preocupados demais com brindes, chocolates e feriados esquecendo-se de sentir e vivênciar a páscoa em seus corações, por isso, a escola Gregório não poderia deixar de disponibiizar em seu blog informações sobre esta data tão comemorada e pouco vivência.
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A ORIGEM DA PÁSCOA

A páscoa é uma data comemorativa muito importante no calendário, principalmente no contexto religioso. Ela representa a ressurreição de Cristo e sugere uma oportunidade de renascimento, renovação e prosperidade. Nessa ocasião as pessoas se reúnem para trocar chocolates ou compartilhar uma refeição. Todos os elementos característicos da páscoa são simbólicos, ou seja, possuem um significado cultural.
A palavra Páscoa surgiu a partir da palavra hebraica “pessach” (“passagem”), que para os hebreus significava o fim da escravidão e o início da libertação do povo judeu (marcado pela travessia do Mar Vermelho, que se tinha aberto para “abrir passagem” aos filhos de Israel que Moisés ia conduzir para a Terra Prometida).
A data da páscoa é marcada, a cada ano, de acordo com a primeira lua cheia da primavera européia, que começa em 21 de março. O domingo, seguinte a essa lua cheia, é o de Páscoa, 40 dias antes, a quarta-feira de Cinzas.

OS SIMBOLOSDA PÁSCOA

easter_egg_md_wht.gif (15631 bytes)ovo

O ovo no início de galinha era cozido, pintado e trocado entre amigos na à antiga Pérsia, chamando a regeneração da vida ao final do inverno.
Para os persas havia caído um ovo gigante na terra, por este motivo, os ovos tornaram-se sagrados.
Nas culturas pagãs ele significa começo de vida, já os chineses entregavam ovos coloridos entre os amigos, na primavera, como referência à renovação da vida.
No século XIX esses ovos de galinha foram substituídos por ovos de chocolate devido à proibição do consumo de carne animal por alguns cristãos no período da quaresma. Passou a ser moda utilizar chocolate para fazer réplicas perfeitas de objetos. Fabricantes italianos tiveram a idéia de fazer esses ovos de chocolate, recheados com bombons, virando símbolo da Páscoa. O ovo de chocolate chegou ao Brasil em 1920, ou seja, há 91 anos.


bunnylook_lg_wht.gif (5960 bytes)COELHO

O coelho vem da Alsácia, este animal tem uma grande facilidade de fecundar, diante disso ele se tornou o símbolo mais popular na Páscoa. O coelho simboliza a Igreja, pelo poder de Cristo, é fecunda em sua missão de propagar a palavra de Deus a todos os povos.

           Costuma ser o prato principal das refeições da semana santa. O animal relembra a trajetória de Jesus Cristo até o grande dia da sua ressurreição.
   bronute2.gif (17513 bytes)  CORDEIRO
O cordeiro é o símbolo mais antigo da Páscoa, é o símbolo da aliança feita entre Deus e o povo judeu na páscoa da antiga lei.
Para os cristãos, o cordeiro é o próprio Jesus, Cordeiro de Deus, que foi sacrificado na cruz pelos nossos pecados, e cujo sangue nos redimiu.
candle4d.gif (4731 bytes)CÍRIO PASCAL
O cordeiro é o símbolo mais antigo da Páscoa, é o símbolo da aliança feita entre Deus e o povo judeu na páscoa da antiga lei.
Para os cristãos, o cordeiro é o próprio Jesus, Cordeiro de Deus, que foi sacrificado na cruz pelos nossos pecados, e cujo sangue nos redimiu.
512_flower.gif (6588 bytes)GIRASSOL
O girassol, como símbolo da páscoa, representa a busca da luz que é Cristo Jesus e, assim como ele segue o astro rei, os cristãos buscam em Cristo o caminho, a verdade e a vida.
loaf_steaming_md_wht.gif (7783 bytes)PÃO E VINHOwine2.gif (5665 bytes)
O pão e o vinho, principalmente na antiguidade, foram a comida e bebida mais comum para muitos povos. Cristo ao instituir a Eucaristia se serviu dos alimentos mais comuns para simbolizar sua presença constante entre e nas pessoas de boa vontade. Assim, o pão e o vinho simbolizam essa aliança eterna do Criador com a sua criatura e sua presença no meio de nós.

COLOMBA PASCAL

O bolo em forma de “pomba da paz” significa a vinda do Espírito Santo. Diz à lenda que a tradição surgiu na vila de Pavia (norte da Itália), onde um confeiteiro teria presenteado o rei Lombardo Albuíno com a guloseima. O soberano, por sua vez, teria poupado a cidade de uma cruel invasão graças ao agrado.
bellwlr.gif (22255 bytes)SINO
O sino é um símbolo da páscoa. No domingo de páscoa, tocando festivo, os sinos anunciam com alegria a celebração da ressurreição de Cristo.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Educador quer redes sociais no currículo escolar

Pesquisador da Unicamp participará de congresso sobre redes sociais na educação. "Blogs só são usados para divulgar conteúdo", diz

Tatiana Klix, iG São Paulo | 24/03/2011 07:30

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As redes sociais, como o Twitter, o YouTube e o Flickr, podem – e devem – entrar nas salas de aulas como ferramentas de uso pedagógico, na avaliação do pesquisador do Núcleo de Informática Aplicada à Educação (Nied) da Unicamp, José Armando Valente. Nesta sexta-feira, o professor vai participar do congresso People.Net in Education, no auditório da Universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo, que vai discutir a aplicação das redes sociais à educação. Ao iG, Valente adiantou o foco de sua palestra e a preocupação de que as ferramentas não sejam usadas apenas como um apêndice das aulas, mas que haja uma orientação sobre o conteúdo consumido e gerado para a rede dentro das escolas: “Se não tiver alguém orientando, não é pedagógico. A ideia de que na rede um ajuda o outro, é romântica. O que acaba acontecendo é que um cego conduz outro cego”, diz. Para o professor, atualmente, nenhum país consegue fazer isso de forma sistemática, penas através de iniciativas pontuais.

Confira a entrevista concedida por telefone pelo pesquisador, que é também professor o Departamento de Multimeios, Mídia e Comunicação do Instituto de Artes da Unicamp e pesquisador colaborador do Programa de Pós-Graduação em Educação: Currículo, da PUC-SP:

iG: As redes sociais já são usadas nas escolas como ferramenta para desenvolver o aprendizado dos alunos?

José Armando Valente: Tem professores – pontualmente – usando blogs e outros recursos de rede sociais em aula, mas isso só ocorre por interesse particular de alguns profissionais. Não existe uma prática incentivada por grupos, escolas, redes de ensino. Mesmo assim, o que eles fazem, na maioria dos casos, é usar blogs para divulgar algum conteúdo que não deu tempo de passar em aula, receber material de aluno. Essa prática não inova em nada, é apenas uma outra forma de transmitir informação. Poderia ser usado um email, por exemplo.

iG: E como seria o uso de forma inovadora?

José Armando Valente: As ferramentas de redes sociais devem ser usadas como práticas pedagógicas, de forma integrada ao currículo. Não adianta só acessar a rede dentro da escola, sem uma proposta. Tem que ter alguém olhando e orientando, verificando se os alunos estão gerando conteúdo de fundamento, se tem um conceito sendo trabalhado. Isso é o que quero falar na palestra (no congresso Congresso People.Net in Education): “Se não tiver alguém orientando, não é pedagógico. A ideia de que na rede um ajuda o outro, é romântica. O que acaba acontecendo é que um cego conduz outro cego”.

iG: O senhor poderia citar exemplos práticos?

José Armando Valente: Brincar no Twitter gera um conteúdo de síntese muito grande. O professor de português poderia usar essa atividade para treinar o resumo de ideias com os alunos. Mas não é o que ocorre. Os jovens usam a ferramenta, mas o professor não intervém, não questiona o que eles fazem. Outro caso que tomei conhecimento é o de uma escola que propôs que os alunos organizassem um flash mob (mobilização instantânea em local público, geralmente organizada por email ou redes sociais). Deu certo, mas os professores de matemática perderam a oportunidade de trabalhar vários conceitos em relação ao evento, como estratégia e logística, que são conteúdos da aula de matemática. A escola fez a atividade, mas não usou como prática pedagógica. Aí nas aulas mantém o método tradicional de transmissão de conhecimento, que se torna uma chatice para os alunos.

iG: Quais as dificuldades para tornar esse uso das atividades em rede como prática pedagógica uma realidade?

José Armando Valente: É muito difícil, é mais fácil usar recurso para transmitir informação, do jeito que sempre foi. Mesmo quando os professores têm interesse e vontade, não têm apoio da gestão da escola, das redes de ensino para aplicar outros tipos de aula. É complicado usar de forma isolada, tem que estar no currículo. Hoje, as redes sociais são usadas só como apêndices, atividades fora da rotina.

iG: Em algum país é diferente e as redes já são integradas ao currículo?

José Armando Valente: Ninguém faz isso no mundo inteiro. Mesmo a Coréia do Sul e a Dinamarca, países tecnologicamente avançados e com bons resultados nas avaliações educacionais, não conseguiram. A Inglaterra tem um grupo que está trabalhando o conceito há algum tempo, tem consciência da necessidade dessa mudança, mas só aplicou a prática em escolas pontuais.

iG: Por que as mudanças tecnológicas demoram mais a ser incorporadas no ambiente escolar que em outros meios. As escolas continuam muito parecidas com as de décadas atrás...

José Armando Valente: O ensino tem uma estrutura hierarquizada, difícil de ser transformada. Uma das atividades da educação é perpetuar o status quo. E essa manutenção tem um valor. Mas essa mudança que estamos falando, das atividades da era do lápis e papel para a era digital, é necessária. Um gráfico que era desenhado no papel agora rapidamente ganha recursos e formas através da tecnologia. O estudo dele muda, não basta só entender o gráfico, mas é preciso interpretá-lo, dar novas funções e movimentos a ele. E isso tem que entrar no currículo.

iG: Muitas vezes, os alunos já têm mais facilidade com a tecnologia do que os professores. Isso não atrapalha a relação professor-aluno? Como os docentes devem se preparar para lidar com essa diferença de experiência e conquistar o respeito dos alunos?

José Armando Valente: O professor tem que ser esperto, usar os conhecimentos do aluno, pedir ajuda no que os jovens conhecem mais, organizar uma dinâmica na sala de aula que dê voz a quem sabe. O professor precisa sair do pedestal e entender que tem gente que sabe mais que ele. A grande dificuldade está em querer que o professor saiba tudo, enquanto a molecada toma conta. É preciso fazer uma parceria com o aluno.